terça-feira, 2 de setembro de 2008

Este meu querer


Veraz
É meu amor a Portugal,
Perene, firme e sincero,
Como outro não há igual.
Amor…
Eterno amor de verdade,
Que a ausência da minha Pátria,
Transforma em tanta saudade !…

Amor Pátrio,
Delicado,
Que minha alma inebria,
Com tanto sabor a fado…
Que canta
Quando está triste
E chora de alegria.

Amor…
Que é transparente,
Numa lágrima furtiva,
De quem longe, a Pátria sente,
Ou na linguagem de quem,
Sabe o que é estar ausente.

Amor…
Que é quase divino,
De brumas misteriosas,
Que dá essência a quem crê,
Dum jardim que se não vê,
O perfume de mil rosas.

Neste querer,
Por te querer tanto Pátria minha,
Com doçura,
Canto para ti esta poesia,
Com palavras de ternura,
Que mitigo em nostalgia !…

(Euclides Cavaco)

Um comentário:

Odele Souza disse...

Olá Claudia,
Estive um tempo olhando seu blog. Muito bonito e este poema do post atual é lindo.

Sou Odele, mãe de Flavia, em coma vigil há mais de 10anos porque teve seus cabelos sugados por um ralo de piscina negligentemente funcionando de forma irregular.
No Clube de Bloguistas Portugueses, o sócio de nr.0055 - Adesenhar.blogspot.com fez um post hoje convidando as pessoas a participarem da Blogagem Coletiva JUSTIÇA PARA FLAVIA, programada para o dia 15.09Gostaria de contar com sua adesão. As instruçoes de como participar encontra-se no post atual do blog Flavia, Vivendo em Coma.

Muito obrigada.
Um abraço.