sexta-feira, 12 de dezembro de 2008

Quando o amor...



Quando o amor acenar,


siga-o ainda que por caminhos


ásperos e íngremes.


Debulha-o até deixá-lo nu.


Transforma-o,


livrando-o de sua palha.


Tritura-o, até torná-lo branco.


Amassa-o, até deixá-lo macio;


e, então, submete ao fogo


para que se transforme em pão


para alimentar o corpo e o coração!


(Khalil Gibran)

Um comentário:

Emanuel Azevedo disse...

Lido poema... Trabalho fotográfico muito bem executado. Os meus parabéns! Um forte abraço dos Açores.