terça-feira, 10 de janeiro de 2012

As fontes revitalizadoras



O dia a dia, a rotina demandam um movimento contínuo, repetitivo, aparentemente inerte.

O sentido de organização determina que certas rotinas devam ser estabelecidas, de modo que o trabalho seja realizado com primor, disciplina e organização. Mas, em meio a rotinas, à repetição, surge sempre a necessidade do novo.

O ser humano está em constante desenvolvimento e novos horizontes precisam, continuamente, ser vislumbrados. É este o alimento da alma, enquanto ao corpo bastam a comida e a bebida… a alma, definitivamente, alimenta-se de expansão.

E algumas pessoas limitam-se, ingenuamente, às rotinas, ignorando a própria fome existencial. Agem como crianças famintas e ignorantes, exigindo que um terceiro compreenda-lhe as necessidades.

Sentem tédio, enclausuramento, falta de sentido, que são piores do que prisão. É a prisão mental, uma restrição às próprias formas de pensar, às próprias soluções e métodos; é um não ter para onde ir, ainda que se caminhe trezentos quilômetros por dia.

Ir além requer, acima de tudo, saber chegar-se às fontes revitalizadoras: ouvir uma boa música, ler um bom livro, ver um filme, ouvir uma palestra com alguém que seja, de fato, inspirador e propulsionador de novas formas de pensar.
É discernir entre o momento em que se ajuda e aquele em que se é ajudado. É ajudar-se. É um trabalho importantíssimo, que deve ser constante, tal qual as refeições, tal qual a higienização do corpo.

Acredito ser esta a gasolina da vida.


3 comentários:

alfacinhas disse...

ela feliz ,ele casado

ana costa disse...

Olá Claudia estou visitando pela primeira vez o seu cantinho e gostei da sua escrita.
Vou voltar.Posso?
Um abraço

Claudia Lins disse...

Voltem sempre!
Fiquem com Deus!